A CASA - Música, vídeo

Comments

A CASA

         Toquinho

 

Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque pinico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na rua dos bobos
Número zero


Read more

O CADERNO - Música, vídeo

Comments
O CADERNO
Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel...
Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você, confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel...
Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel...
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer...
Só peço, à você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer


Read more

AMIGO - Mensagem

Comments













AMIGO

Amigo,
Sempre que tiveres medo, lembre-se de mim.
Eu sou a luz que ilumina os teus caminhos;
Eu sou a luz que vislumbras no horizonte;
Eu sou a paz que procuras incontinenti;
Eu sou a semente fecunda por vezes,
 Adormecida no íntimo do seu Ser;
Eu sou o brilho refletido no olhar
Daqueles que me cultivam;
Eu sou o guia que tanto procuras para
Alcançares a felicidade;
Eu sou a tolerância consciente e suave;
Eu sou o carinho que dispensas aos infelizes;
Eu sou o som que acalenta os desesperados;
Eu sou a realização dos sonhos mais sublimes;
Enfim eu sou o AMOR.
- Sim eu sou JESUS.
                                           Nilza Chagas de Amorim

Read more

Negro - Poesia

Comments



Negro



Negro!
Negra a cor.
Muitos tons...
Muitos sonhos
Muitos amores...
Largos sorrisos.
Negro sem dor.
Negro!!!
Beleza na cor.
No coração, emoção.
No caminhar,
Esperança.
Na vida,
Determinação.
Negro!
Forte.
 Às vezes
Aventureiro.
Amigo, companheiro,
Sábio guerreiro.
Negro afro-brasileiro.
Negros!
De África ou de Brasil.
De todos os continentes.
Origem de todas as gentes,
Brasileiros ou não.
Vindos de mãe África
Berço da Civilização.
                    Nilza Chagas  de  Amorim
Read more

Sublime Fascinação - Poema

Comments
SUBLIME FASCINAÇÃO


Vejo você meu amor!
Num sorriso de criança;
Na beleza da paisagem;
Num vento fresco, aragem;
Num despertar
De bem-aventuranças.

Vejo você meu amor!
Na beleza de uma flor;
No deslocar gracioso
De um beija-flor,
Semeando esperanças.

Vejo você meu amor!
Na noite linda de luar
Nos acordes de uma sinfonia;
Num despertar de um novo dia;
Numa noite fresca de verão.

Vejo você meu amor!
Quando contemplo a Natureza.
Extasiada fico com grandiosa beleza.
Obra do nosso criador.
            Nilza C. Amorim
Read more

ALERTA - Poema

Comments

















ALERTA


Alma querida não chore,
Dos dissabores da vida.
Sofrimento com lágrimas
São gotas perdidas,
Que no contexto da vida
Não solucionam a dor.

Chorar!
Só mesmo de alegria.
Relembrando tal qual flor
Que dia a dia, espalha
Perfume, beleza e cor.

Mesmo quando a dor
Parecer rasgar teu peito
Num misto de tristeza
E desalento,
Não deixe que o sofrimento,
Transforme sua vida em dissabor.

Relembre alma querida
Que na cruz, o sofrimento de Jesus
Foi Benção de Luz, a nos conduzir
No verdadeiro caminho
Da Paz e do Amor.
            Nilza C. Amorim
Read more

A EQUIPE DIZ QUE TEM - Intertextualidade da CANTIGA a BARATA DIZ QUE TEM

Comments

A equipe diz que têm muitos textos pra estudar.
É verdade dos colegas, quem mandou acumular.
AH RA RA ,IA RO, RÓ,  vamos ter que estudar!
AH RA RA ,IA RO, RÓ, para a vida melhorar. 

A equipe organizou as tarefas pra fazer.
Ingedore, Bactim e Romano pra entender.
AH RA RA, IU RU RU, os autores  vamos ler.
AH RA RA, IU RU RU, vamos ter que aprender.

Os colegas decidiram se unir pra estudar.
Temos pressa, meus colegas, vamos ter que apresentar.
AH RA RA, RIM RIM RIM, vamos ter que agradar.
AH RA RA, RIM RIM RIM, a todos  incentivar.

A equipe precisou intertextualisar.
Paráfrase meus colegas, conhecer e divulgar.
AH RA RA, IU RU RU,  temos que parodiar.
AH RA RA, IU RU RU, o assunto recordar.

Os enganos; muito ou pouco, não queremos nem lembrar.
Professora obrigada! Queremos nos desculpar.
O semestre está acabando precisamos relaxar.
A UNEB  nos espera  em outubro retornar.
AH RA RA ,IA RO RÓ, e os colegas encontrar.
AH RA RA, IA RO RÓ, e vamos nos socializar.
                                                Nilza C. de Amorim
Obs.:

Intertextualidade da cantiga popular A Barata diz que tem.


_______________________________________________________________________________







A Barata diz que Tem:

A Barata diz que tem sete saias de filó
É mentira da barata, ela tem é uma só
Ah ra ra, iá ro ró, ela tem é uma só !

A Barata diz que tem um sapato de veludo
É mentira da barata, o pé dela é peludo
Ah ra ra, Iu ru ru, o pé dela é peludo !

A Barata diz que tem uma cama de marfim
É mentira da barata, ela tem é de capim
Ah ra ra, rim rim rim, ela tem é de capim

A Barata diz que tem um anel de formatura
É mentira da barata, ela tem é casca dura
Ah ra ra , iu ru ru, ela tem é casca dura

A Barata diz que tem o cabelo cacheado
É mentira da barata, ela tem coco
 raspado
Ah ra ra, ia ro ró, ela tem coco raspado
                                 - Cantiga Popular -
Read more

NAZARÉ TEDESCO - Intertextualidade da Novela FINA ESTAMPA-R. GLOBO/NCA

Comments
      A novela das oito, Fina Estampa que é exibida na Globo, com o seu toque de humor, trouxe ontem um elemento linguísticos conhecido: A intertextualidade. Pode ser definida como um diálogo entre textos, sejam eles de diferentes formas de expressão como músicas, filmes, pinturas. Observem no vídeo que para que haja o entendimento da intertextualidade foi necessária a combinação de alguns elementos:

  • A Fala da atriz Christiane Torloni (Tereza Cristina): "Obrigada, Nazaré Tedesco.";
  • Elemento do cenário: A escada;
  • Conhecimento prévio de outra novela: Senhora do Destino.

       Abaixo o trecho da novela em que ocorre a intertextualidade. Adorei

Read more

EDUCAÇÃO, VIOLÊNCIA - REFLEXÃO

Comments


Educação, violência. Algumas inquietações

            Falamos muito em educação e, principalmente em violência e, de um modo geral as que ocorrem no âmbito educacional,  principalmente as que se dão  em sala de aula.
   Muitas vezes, não nos damos conta dos tipos de atos violentos que presenciamos, ou  que estamos sempre a praticar a todo momento.
              - Afinal, o que é violência?
              - Quais os tipos de violência que temos conhecimento?
              - Por que acontece?
        - O que é violentar?...   E não estou querendo só  me reportar as definições científicas dos dicionários porém,  principalmente aos atos provocados e  verdadeiramente sentidos no corpo físico e no corpo espiritual, o  emocional do ser,   que  muitas vezes são infligidos em nós e por nós mesmos.
           Invariavelmente as ações violentas, algumas vezes até sutis, imprimem no corpo físico e na alma, sofrimentos que deixam sequelas profundas, difíceis de serem diagnosticadas e principalmente, resolvidas.
  -Será que algumas das nossas práticas, aparentemente inocentes, inconsequentes, inconscientes ou  não, não poderiam ser caracterizadas como atitudes violentas?
´         - Será que estamos sendo justos com nós mesmos?... E com os outros?...
         - Será que, quando estamos nos posicionando a favor ou contra de uma determinada  situação, estamos sendo justos perante as leis dos homens. E as leis de Deus? ...
          - Estamos realmente engajados nos propósitos educativos que visam  contribuir para um mundo melhor?
            - Afinal, por que escolhemos a Educação e, especialmente o Curso de  Pedagogia?


                                Nilza Chagas de  Amorim
                                  
             

Read more

A CIGARRA E A FORMIGA - Retextualização

Comments

 A Cigarra e a Formiga- Retextualização

Uma bela cigarra
Que cantava
Nas lindas tardes ensolaradas.


Passou por grandes apertos.
Pobre coitada!
Não fez provisão.


Nessa floresta
Quase encantada!...
Lá as formiguinhas só trabalhavam.


Parecia não prestar atenção,
Na cantora cigarra,
Que tanto alegrava o coração.


Cantando.
Encantando.
Encantada!


A bela cigarra,
Entoava,
Sua linda canção.


A alegre cigarra.
Alegrava!
As quentes tardes de verão.


O tempo passava...
O inverno
Se aproximava
E ela não lembrava
De fazer reservas,
Para aquela estação.


Já as formiguinhas, que bonitinhas!
Muito animadas!
A recolher folhas e grãos,
Trabalhavam, trabalhavam!...
Escutando a cantoria
Da cigarra em ação.


O verão passou...
O inverno chegou.
Aflita, a cigarra emudeceu.


Com fome e frio.
Toda encarquilhada.
Na porta da formiga bateu.


- Toc, toc, toc.
Ao abrir a porta.
A formiga estremeceu.
Ao ver aquela cantora,
Que muita alegria lhe deu.


Num estado tão deprimente.
Necessitando urgentemente,
De todo carinho seu.


Confortada a cigarra.
Com xalinho de fibras, e sopa quente.
Agradeceu a formiga,


A cama, a casa e a comida.
A grandiosa acolhida amiga,
Da formiga previdente.
                    Nilza Chagas de Amorim
Retextualização da fábula de LA FONTAINE d(1621-1695) A Cigarra e a Formiga
 -
Read more
 
Copyright 2011 Textoecontextouneb. Designed by Cute Templates Blogger.
Thanks to: Link 1, Link 2, Link 3.